Após a confirmação da morte de "Caliche", o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, afirmou aos jornalistas na cidade de Armênia que "as Farc foi atacada contundentemente em várias frentes", mas que o último teria sido "especialmente importante".
"O ministro da Defesa me comunicou que a operação no norte de Nariño tinha resultado na morte de uma pessoa que estava na lista dos mais procurados há muito tempo. Era o chefe, o comandante da coluna móvel 'Jacobo Arenas'", assegurou Santos.
Segundo o ministro da Defesa da Colômbia, Juan Carlos Pinzón, "Caliche" fazia parte do Estado-Maior das Farc e era responsável por ataques terroristas e sequestros, já que tinha nove mandados de prisão.
Efe

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