Este é o terceiro julgamento por crimes contra a humanidade, em Córdoba. Mas o primeiro de Videla depois do julgamento de membros da junta militar. As informações são da agência argentina Telam.
O tribunal será presidido por Jaime Diaz Gavi, acompanhado desta vez por Carlos Lascano, Julio María José Pérez Villalobos e Carlos Arturo Ochoa. A acusação, por meio do Ministério Público, será conduzida por Carlos Maximiliano e Hairabedián Gonella, além do apoio de Pablo Bustos Fierro.
“É um grande passo no avanço do processo de verdade e justiça o julgamento dos responsáveis pelo período mais cruel da história da Argentina”, afirmou Duhalde. “Haverá um julgamento justo.”
O julgamento de Videla e Menendez começa hoje (2). Ambos são acusados em dois processos – a morte de 30 presos políticos e sequestros e torturas cometidas pelo Departamento de Polícia de Informações (conhecido pela sigla D2).
Um dos casos mais emblemáticos é conhecido por UP1 e o principal acusado é Videla. Ele é apontado como o mandante da execução de 32 prisioneiros políticos, no período de abril a outubro de 1976, em San Martín Prison Unit - na cidade de Córdoba.
As vítimas foram presas antes do golpe de Estado, de 24 de março de 1974. As vítimas foram acusadas pelo Judiciário da época de violar a lei anti-subversão. Homens e mulheres foram massacrados até a morte em circunstâncias diferentes.

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