Profissionais
da educação da rede municipal de São Paulo decidiram manter a greve
iniciada na última semana em assembleia nesta quarta-feira em frente ao
gabinete do prefeito, Fernando Haddad, na região central da cidade. Uma
nova reunião para definir os rumos do movimento foi agendada para a
próxima terça-feira.
Ontem, representantes do Sindicato dos Profissionais em
Educação no Ensino Municipal (Sinpeem) participaram de uma reunião com a
equipe do governo municipal, mas não houve acordo. Entre as diversas
reivindicações, os professores pedem melhores condições de trabalho,
valorização profissional, fim das terceirizações e redução do número de
alunos por sala de aula. A categoria reivindica ainda reajustes de 6,55%
retroativo a maio de 2011, 4,61% retroativo a maio de 2012 e 6,51%
referente a 2013.
A Secretaria da Educação argumenta que assumiu o
compromisso de conceder reajuste de 10,19% já para o mês de maio deste
ano e outro de 13,43% para maio de 2014. "Além desses aumentos
garantidos para a categoria ainda se somam a outra proposta de reajuste
pelo Governo Municipal, que atingirá todos os servidores, de 0,82%,
retroativo a novembro de 2011".
Portal Terra

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