“Eu penso que o principal erro que o presidente Santos cometeu foi ter ordenado a morte de Alfonso Cano, e mais quando havia umas aproximações de paz que já se vinham apresentando tempos atrás. Cano era o homem da paz e ele haveria sido um elemento dinamizador deste processo. O presidente se equivocou”, indicou Catatumbo à emissora.
O Comandante guerrilheiro afirmou que “Alfonso Cano” era um “homem de paz” e agregou que se estivesse vivo “o processo talvez iria em maior velocidade”.
“A experiência, inteligência e autoridade moral sobre a tropa era algo significativo, porém, ademais, sua experiência em outros processos de paz e seu compromisso com o país teria podido contribuir muitíssimo para este processo”, indicou Catabumbo.
Por último, o integrante da comissão das Farc assegurou que faltam ainda vários detalhes para revelar de como se realizaram as primeiras aproximações entre Governo e Farc.
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